sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

quem sente, entende.

Quero ser tão eu a ponto de duvidar que consegui. Essa coisa de usar máscara machuca, fere meu rosto, meu ego, meu eu. É a velha história: atrás das aparências... Só que a verdade está ofuscada por algo inventado. Sem pressa, tudo no seu tempo. Confesso que ficar cara a cara comigo é algo que anseio. Muito.
Não entendam por falsidade, por favor, o que se tornou necessidade, eu sou eu! Entendem? Mas tem o eu pra mim e o eu para os outros.
Que as cortinas se abram! Que a máscara caia! Que os olhos vibrem e brilhem! E que o único som que eu ouça seja dos aplausos. Consegui! Fui tão e somente eu. Sem medo, sem máscara, sem casca. Mesmo a realidade gritando na cara quando as cortinas se fecham, mesmo a escuridão das luzes apagadas dando aquele frio na barriga, valeu a sensação, foi mágico cada batimento e arrepio que senti.

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